Operação escola

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Curitiba possui três formas de organização do trânsito em escolas nos horários de entrada e saída :

OPERAÇÃO ESCOLA  I (cones na via)

Adotado em  134 escolas da Rede Municipal de Ensino e 04 escolas da Rede Particular de Ensino, localizadas em bairros periféricos, em ruas que não apresentam problemas de congestionamento durante os horários de entrada e saída de aulas, mas oferecem risco potencial de acidentes envolvendo os alunos  no percurso casa-escola-casa.

Estrutura – sinalização básica horizontal e vertical, cones amarelos e capacitação dos monitores.

Funcionamento – Os cones são colocados no eixo da via, nos horários de entrada e saída dos alunos para alertar os motoristas sobre a necessidade de redução de velocidade, principalmente no trecho próximo à escola.

O monitor, no caso das escolas da Rede Municipal de Ensino é  o Guarda Municipal que desenvolve  suas atividades na escola. Nas escolas particulares, o agente de travessia é funcionário da própria escola.

A aquisição de cones, uniforme, colete e boné, é de competência pela mantenedora e deve ser utilizado durante as atividades

OPERAÇÃO ESCOLA II (corredor de cones)

Adotado em 01 escola estadual e 66 escolas particulares localizadas no centro de Curitiba ou bairros próximos, em ruas do Sistema Viário Básico que apresentam problemas de congestionamento nos horários de entrada e saída dos alunos. O princípio básico é a separação, com cones, das áreas de embarque e desembarque de alunos do restante do fluxo de trânsito. O(s) monitor(es) de travessia é (são) funcionário(s) da escola.

Estrutura – sinalização básica horizontal e vertical, cones amarelos, uniforme e capacitação para os monitores.

Funcionamento – os cones são dispostos em linha na via defronte aos portões da escola, nos horários de entrada e saída de aulas, formando um corredor para separar o fluxo de veículos de passagem dos veículos particulares que executam o embarque e desembarque dos alunos.

O monitor de travessia tem a função de facilitar o embarque e desembarque dentro da área isolada pelos cones tornando mais segura a travessia da via pública pelos alunos.

O trabalho é realizado em parceria ficando as escolas encarregadas da designação de 01 ou mais funcionários para atuarem como monitores de travessia  da Operação Escola; da aquisição do uniforme (colete e boné) e da aquisição dos cones. O custo de implantação da sinalização horizontal e vertical necessária ao bom funcionamento da operação é de responsabilidade da Prefeitura, podendo, em casos específicos, ter a parceria dos estabelecimentos de ensino.

Agentes Municipais de Trânsito realizam a supervisão do trabalho dos monitores de travessia sendo que, nas escolas localizadas em áreas centrais, existem agentes específicos para auxiliar o trabalho com o trânsito do entorno.

PROJETO ESCOLA (piscante/protetor de pedestres/outras intervenções de engenharia)

Adotado em 37 escolas da Rede Municipal de Ensino e 34 da Rede Estadual de Ensino, num total de 71 escolas da Rede Pública de Ensino localizadas em bairros periféricos, em ruas que não apresentam problemas de congestionamento durante os horários de entrada e saída de alunos, mas que oferecem risco potencial de acidentes envolvendo os alunos no percurso casa-escola-casa.

Estrutura - pressupõem a execução de projeto específico de engenharia de tráfego a saber : sinalização básica horizontal e vertical, placa de Escola com piscante amarelo afixada em semipórtico, protetores de pedestres, elementos e traçados geométricos da via para redução de velocidade e capacitação de monitores.

Funcionamento – esta estrutura é implantada em uma via defronte ou próxima a escola, de acordo com o problema de segurança na travessia de pedestres.

Nas escolas da Rede Municipal de Ensino é responsabilidade do Guarda Municipal que estiver atuando na unidade escolar o trabalho de organização de trânsito nos horários de entrada e de saída das aulas. Nas escolas da Rede Estadual de Ensino a responsabilidade  é de funcionário da própria escola ou Policial Militar