Reação Urbana finaliza primeira fase do trabalho

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Durante 4 dias membros da sociedade e especialistas deram início ao mapeamento e debate sobre a revitalização do Rebouças e Prado Velho.

Encerrou no domingo (29/10) o Laboratório de Reação Urbana do Vale do Pinhão, que habilitou novos agentes urbanos com o objetivo de apresentar uma proposta de revitalização urbana dos bairros Rebouças e Prado Velho, áreas que fazem parte do Vale do Pinhão. O evento é o primeiro da série de atividades propostas ao longo dos próximos meses e do ano 2018 para a revitalização das regiões do Vale em conjunto com o fomento das ações de inovação e empreendedorismo na cidade.

Promovido pela HAUS (Gazeta do Povo), juntamente com a oscip Reurb e o apoio da Prefeitura de Curitiba e do Vale do Pinhão, o movimento Reação Urbana definiu um calendário fixo e semanal de atividades tendo como espaço a cobertura do Engenho da Inovação para conectar pessoas e ideias com o objetivo de reurbanizar as áreas do Vale do Pinhão.

Durante quatro dias de trabalho no Engenho do Inovação, das 9h às 18h, membros da comunidade e especialistas nas mais diversas áreas, mapearam as regiões dos bairros, caminharam pelas ruas, debateram e conheceram mais sobre o urbanismo da cidade, lei de zoneamento e exemplos de reação urbana em áreas semelhantes em outros países e definiram propostas iniciais para a região e um calendário para sequência dos trabalhos, iniciando assim a confecção do Plano Preliminar de Reabilitação Urbana do Vale do Pinhão, que será desenvolvido ao longo do ano de 2018 e entregue formalmente ao município. Na cerimônia de apresentação dos trabalhos dos grupos também foi proposto um conjunto de cursos de extensão com as universidades: UFPR, PUC-PR, UTFPR e UP, que somadas formam uma especialização em Revitalização Urbana.

O arquiteto do IPPUC João Guilherme Dunin, palestrou e acompanhou os trabalhos dos grupos, reforçando os conceitos de urbanismo e crescimento da cidade: “Curitiba passa a ser um centro metropolitano, é preciso pensar a cidade e a região do Vale do Pinhão com essa amplitude”.

Um dos fatores relevantes para os agentes urbanos, foram os eixos de transportes da região e a facilidade de conexão com rotas que levam ao aeroporto, rodoferroviária, canaletas e vias que levam aos principais bairros da cidade: “Foram 4 dias exaustivos mas ao mesmo tempo esclarecedores e motivadores. Conhecemos a região com uma visão aprofundada e técnica, o que motiva ainda mais a buscar soluções para essa que é uma das áreas mais propícia a moradia e conectada da cidade”, comentou a estudante de arquitetura Juliana Lang.

Além da participação popular nas decisões sobre o rumo da cidade, é importante também a integração entre as instituições com o mesmo propósito, ressaltou o presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação Frederico Lacerda: “Juntamos aqui importantes atores para a transformação urbana das regiões do Vale do Pinhão, na produção de ideias e soluções para as regiões”.   

As próximas ações, calendário e atividades podem ser acompanhadas na página do Reação Urbana: http://www.gazetadopovo.com.br/haus/reacao-urbana/

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